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A covid-19 levou a uma pandemia de poluição plástica

O ano de 2020 deixou sua marca particular. Depois que o coronavírus chegou à Grã-Bretanha, a lama ficou repleta de luvas de borracha.

Boa parte desse aumento decorre da demanda por produtos pensados para manter a covid-19 afastada, incluindo máscaras, visores e luvas.

As quarentenas também levaram a uma explosão no comércio eletrônico. Em março, com o fechamento de parte dos EUA e da Europa, cerca de 2,5 bilhões de clientes devem ter visitado o site da Amazon, aumento de 65% no movimento em relação ao ano passado.

Boa parte daquilo que é comprado na internet vem embrulhada em plástico, as mercadorias costumam ser embaladas em diferentes camadas de plásticos.

Tudo isso significa que boa parte do plástico produzido este ano está chegando aos aterros sanitários ou aos incineradores. Ambos os desfechos podem levar a problemas no futuro.

A poluição plástica da era da pandemia está atingindo sobretudo os mais pobres, diz Inger Andersen, diretora executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Nos países de baixa renda, 93% dos resíduos são destinados a lixões a céu aberto, diz ela. E, quando são usados incineradores, esses tendem a ser de baixa qualidade. Mesmo nos países ricos, são os mais pobres que costumam viver perto das instalações de gestão do lixo, diz Inger.

Fonte: Microsoft News

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